quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Continuando pelo Alentejo

São quilómetros de campos cultivados e arranjados em que não se encontra ninguém na estrada. É assistir ao pôr-do-sol durante a viagem sem pressas para chegar. Basicamente, é respirar e aproveitar.

Redondo
A caminho de Évora fizemos uma pequena paragem no Redondo. Pequena mesmo. A luz do dia já estava a terminar e estava muito frio, mas valeu a pena. O caminho até à igreja matriz, com uma paragem para aproveitar a vista, as cadeiras à porta das lojas de produtos tradicionais e a calma de uma vila alentejana ao fim do dia. Vale muito a pena a pequena paragem.




Évora
É sempre bom voltar a Évora, mas acaba sempre por confirmar que o meu sentido de orientação às vezes decide tirar férias. Chegámos de noite, a desesperar por deixar tudo no hotel e procurar um bom restaurante para jantar, mas ainda demos umas quatro voltas à praça até encontrar o hotel. Estava à nossa frente.
Deixámos tudo no hotel e corremos para o centro da cidade. Andámos muito, mesmo com o frio que se fazia sentir, parámos num restaurante simpático e com a melhor comida possível e ainda trocámos dois dedos de conversa com o dono. O restaurante, "O Sobreiro" fica perdido numa rua de Évora, mas aconselhamos a que o descubra. E prove a sopa de tomate, é daquelas que aquece a alma.




Arraiolos
No dia seguinte, depois de uma manhã em Évora, saímos sem destino novamente. Acabámos em Arraiolos a experimentar uns deliciosos pasteís de Toucinho e a aproveitar a vista do Castelo de Arraiolos. Sem dúvida a vista mais bonita da viagem.



Foi uma viagem de procura de wi-fi para marcar quartos. De muitos quilómetros a aproveitar a vista. Com Morrissey e Sérgio Godinho como banda sonora. E algum frio. Muito mesmo. Mas com a descoberta de sítios lindos que convidam a ficar. 

Voltámos a casa a planear a próxima viagem. Sem marcações, à descoberta.

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