Somos dois, portanto temos dois...
E hoje é dia dos pais! Dia de dar chocolates, flores (não percebo porque é que não se dão mais flores aos homens), e cartões, muitos cartões... Normalmente os cartões pecam pelo excesso de frases feitas e de lugares comuns. Há quem opte pela melhor opção que é o cartão feito em casa e feito à mão como nos tempos do jardim infantil ou da escola primária em que, com a ajuda das professoras, lá vinha uma caneca de barro, um pisa papéis ou até mesmo uma tartaruga para pôr canetas e lápis (que o meu pai tem na sua secretária diria eu há 30 anos...) e vinham invariavelmente acompanhados de um cartãozinho com um desenho feito por nós.
Quem preferir pode comprar nas lojas (ou até mandar vir pela internet) alguns dos muitos modelos e muito variados que por aí há. Dos mais tímidos, simples e directos...
aos mais complexos, subversivos e corrosivos...
No fim de tudo, com ou sem cartão, o que interessa é estar ao lado dos nossos pais, e lembrarmo-nos deles como nos lembramos todos os dias este é apenas um dia para cartões.













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